• Saúde pública de Carazinho quer fortalecer serviços direcionados à dependência química

    Com o objetivo de iniciar a formação de uma rede de atenção a dependência química, foi realizada na última semana no salão do Serviço de Saúde Mental, na avenida Pátria, onde funciona a secretaria municipal de Saúde de Carazinho, uma reunião que envolveu os serviços que lidam direta e indiretamente com o tratamento da dependência química. ''Foi um primeiro encontro  onde participaram  grupos de apoio, pessoas interessadas e  que  teve como objetivo  aproximar essas realidades no sentido de unir esforços no que se refere a essa demanda'', explicou a psicóloga Valeska Walber, coordenadora do serviço de Saúde Mental.
    Também pensando em  somar  esforços, Valeska coloca que na semana que antecede o Dia  Mundial de Luta Contra as Drogas, 26 de junho,  serão realizadas algumas ações e na data específica, a  ideia é realizar panfletagens e outros eventos dentro dos grupos  das entidades  que trabalharão  a questão da dependência  química. ''Nossa intenção é trabalhar a prevenção e também divulgar os endereços e telefones onde as pessoas possam buscar ajuda se necessário'', explica. 
    Como resultado do primeiro encontro foi definido também, que no dia 29,  tendo como local a Câmara de Vereadores a secretaria da Saúde através da  Rede de Atenção a Saúde Mental  que envolve o  CETRAT,  Narcóticos Anônimos, Alcoólicos Anônimos, NARA-ANON , CAPS 2, CAPS Infantil e outros serviços que atuam  direta e indiretamente com a dependência química, organizou um evento onde, no período da manhã, será explanado as atividades e as intervenções  de cada serviço junto  a realidade da dependência  química. A ideia é mostrar como eles trabalham e como buscar ajuda. À tarde, um segundo painel fará uma abordagem sobre o cenário atual da dependência química.  O encontro contará com debatedores locais e de outros municípios. 
    A programação é direcionada as pessoas que fazem parte das redes de atenção a saúde,  educação e assistência social, orientadores de escola, agentes comunitários de saúde, representantes das unidades básicas de saúde, CREAS, CRAS, pessoas, grupos e entidades que vão receber e aprimorar informações e dar continência a demanda da dependência como articular melhor os serviço com os encaminhamentos e demandas necessárias. ''Essa é a primeira ação de muitas  que pretendemos realizar'', afirmou Valeska. (PMC)
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