quinta-feira, agosto 03, 2017

Crime de abigeato terá rigor na fiscalização em Uruguaiana

Em 2016 foram mais de 100 registros de abigeato em Uruguaiana, para reduzir esse número, o Prefeito Municipal, Ronnie Mello, junto com o Presidente do Sindicato Rural, Sérgio Bastos Tellechea, produtores rurais, Brigada Militar, Polícia Civil, Secretaria Municipal de Segurança, Trânsito, Transporte e Mobilidade Urbana (Segtram), Secretaria Municipal da Fazenda (Sefaz), Secretaria Municipal da Saúde (SMS), Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico (Semude), Secretaria Municipal de Educação (Semed) e Ministério Público estiveram reunidos nesta quarta-feira (2) na busca de soluções imediatas para coibir esses crimes.
O crime de abigeato não implica apenas na perda para os produtores rurais, mas também, para a população que acaba consumindo carne vendida sem procedência. Durante o encontro foram ouvidos depoimentos de produtores que já tiveram gado furtado, além das ocorrências que foram registradas pela Brigada Militar e Polícia Civil e do Ministério Público, através do Promotor de Justiça, Vitassir Ferrarezi
A Patrulha Rural da Brigada Militar realiza a fiscalização por terra e água no combate ao abigeato. Segundo o Capitão Gruner, a corporação conta com três camionetas, barcos e armamentos, mas ressaltou que o apoio dos produtores é fundamental para coibir as ações de criminosos.
Por sugestão, o Prefeito Municipal, indicou que seja formada uma comissão composta por membros do Ministério Público, Polícia Civil, Segtram, Sefaz, SMS, Sindicato Rural, Secretaria Estadual de Segurança, PRF, Secretaria da Agricultura, Pecuária e Irrigação, e um setor de inteligência por parte dos órgãos de segurança. “Devemos traçar estratégias e iremos a campo para fiscalizar com mais rigor todos os estabelecimentos que comercializam produtos de origem animal. Nossa comunidade precisa estar ciente e comprar carne de qualidade e procedência, por isso, estaremos formando essa comissão”, disse o Prefeito.
Participou também da reunião a Delegada da Polícia Civil, Alessandra Xavier de Siqueira. (PMU)

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