terça-feira, outubro 31, 2017

Rede Sustentabilidade indica o nome de Ricardo Patah para possível Ministro do Trabalho caso Marina Silva seja eleita em 2018


Em encontro com Marina Silva, pré-candidata à presidência da República, em 2018, os integrantes do diretório da Rede Sustentabilidade de Carazinho, município do Norte gaúcho, indicaram o nome de Ricardo Patah, presidente nacional da União Geral dos Trabalhadores (UGT) e membro da Organização Internacional do Trabalho (OIT) para assumir o cargo de ministro do Trabalho, caso a ambientalista e política brasileira vença as eleições vindouras.

No documento, de 29/10 e assinado por Luis Cesar Gerevini de Souza (Cesinha), porta-voz da Rede Sustentabilidade em Carazinho (na foto ao lado de Marina Silva), o conhecimento de causa do sindicalista é o principal argumento em favor do indicado, que o credencia a ser titular do Ministério. Patah é presidente do Sindicato dos Comerciários de São Paulo – a maior entidade sindical da América Latina, com mais de 500 trabalhadores na base -, desde 2003, com atuação na entidade, a partir de 1991, em cargos diversos.

Ricardo Patah é graduado em Direito, pela Universidade São Judas Tadeu, e em Administração, Pela Pontifícia Universidade Católica, ambas de São Paulo. Também fazem parte da formação de Patah a realização de cursos nos Estados Unidos e Israel.
O comerciário foi representante do Conselho Curador do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), em 2001, e membro do Conselho Nacional da Previdência Social (CNPS), em 2005.

Desde 2007, Patah participa do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social da Presidência da República, que reúne representantes da sociedade civil, empresários, 
sindicalistas, políticos e lideranças do movimento social.

SINDICALISMO ÉTICO E INOVADOR
Enquanto presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Ricardo Patah está à frente da a segunda entre as centrais sindicais brasileiras, condição atestada após aferição do Ministério do Trabalho, divulgada em março de 2016, e ratificada em publicação do Diário Oficial da União (DOU), de 01/04. O cálculo considera o número de trabalhadores associados a cada sindicato e a quantidade de entidades sindicais filiadas às centrais, até o último dia do ano anterior, foi apurado percentual de 11,29% do total para a UGT, sem contabilizar as entidades filiadas posteriormente.

O resultado demonstra o acerto da prática de um sindicalismo cidadão, ético e inovador, centrado no ser humano e capaz de oferecer respostas aos problemas nacionais. O anúncio reforça o princípio de unidade no sindicalismo e a construção de um projeto social pacífico, justo e democrático, defendido pela UGT há quase duas décadas pela UGT.

O sindicalismo praticado pela UGT procura incorporar os excluídos do mercado de trabalho, como os desempregados, trabalhadores que atuam na informalidade e os brasileiros que estão à margem do processo produtivo e que devem ser incluídos sob o lema do trabalho decente e da justiça social. (Renato Ilha, jornalista/MTb 10.300)

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