• Bancos não funcionam nesta sexta-feira e só reabrem na próxima terça-feira (02)

    Os bancos de todo o país não abrem nesta sexta-feira por causa da proximidade do feriado de Ano Novo, segundo a Febraban (Federação Brasileira de Bancos). A quinta-feira, portanto, foi o último dia de funcionamento das agências, que só reabrem na próxima terça-feira.
    Os consumidores podem realizar nesta terça-feira nos bancos o pagamento das contas de consumo, como água, luz, telefone e de TV a cabo, assim como os carnês que tinham como prazo de pagamento para 25 de dezembro. O mesmo vale para as contas que vencem no dia 1º de janeiro. Segundo a Febraban, elas poderão ser pagas no dia 2 de janeiro sem a incidência de multa por atraso.
    Os tributos, por sua vez, já vêm com data ajustada em relação ao calendário de feriados estaduais e municipais. No caso de boletos bancários, os clientes também podem realizar o agendamento por meio de canais eletrônicos ou fazer pagamentos pelo DDA (Débito Direto Autorizado).
    As operações podem, ainda, ser efetuadas em locais como casas lotéricas, agências dos Correios, supermercados e estabelecimentos comerciais credenciados. Também é possível utilizar os caixas eletrônicos, internet banking, mobile banking e o banco por telefone para pagar as contas que possuem código de barras.
    Pagamento de boletos vencidos
    A Febraban deverá retomar em 2018 o cronograma de implementação do sistema que permite pagar boletos vencidos em qualquer banco. A próxima etapa prevê a liberação do pagamento de boletos com valores a partir de R$ 500 em qualquer agência. Ela estava prevista para iniciar em outubro, mas o prazo foi estendido por conta da grande quantidade de documentos bancários no país.
    O sistema para as agências aceitaram boletos de outros bancos deverá passar por outra etapa para os documentos com valores a partir de R$ 200 para, em seguida, aceitar pagamentos de qualquer valor. As novas datas das próximas etapas do cronograma ainda não foram divulgadas.
    Banco do Brasil
    Após o desligamento de 9,4 mil empregados, além do fechamento de 402 agências, o que resultou numa economia estimada em R$ 3,1 bilhões, o Banco do Brasil prepara uma nova reestruturação. Mais enxuta que a anterior, a reformulação terá foco no remanejamento de pessoal entre as diversas praças para reforçar o atendimento aos clientes onde há maior demanda. Os empregados que aceitarem a mudança receberão um incentivo financeiro para o deslocamento e, em alguns casos, podem ser até promovidos.
    Também está em estudo a abertura de um novo programa de desligamento incentivado, com o pagamento de até 12 salários extras. A novidade é que o público-alvo irá além dos mais de oito mil empregados que já podem se aposentar. Quem ainda estiver na ativa e quiser deixar de trabalhar na instituição financeira, mesmo sem tempo de contribuição para solicitar um benefício do Instituto Nacional do Seguro Social, poderá aderir ao plano de demissões. A ideia é similar ao plano de demissão voluntária oferecido pelo governo federal aos servidores públicos.
    Interlocutores do presidente do BB, Paulo Rogério Caffarelli, explicaram que a medida é natural após um grande programa de reestruturação e terá como foco aumentar o nível de eficiência do banco público. (Osul)
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