• Em um jogo dramático, a Argentina venceu a Nigéria por 2 a 1, avançou para as oitavas de final e vai encarar a França

    Foto: Reprodução
    Foi por pouco, mas a Argentina venceu a Nigéria por 2 a 1 e segue no Mundial para as oitavas de final. A partida, válida pelo Grupo D, foi realizada em São Petersburgo, ao mesmo tempo em que acontecia, em Rostov, o jogo entre Islândia e a já classificada Croácia, que terminou com o mesmo placar, com vitória dos croatas.
    Ainda no primeiro tempo, aos 14 minutos, o argentino Messi finalmente desencantou e marcou o seu no Mundial, mas, no segundo tempo, aos 6 minutos, Moses cobrou pênalti com categoria, fazendo 1 a 1. E, se o gol argentino havia empolgado os seus jogadores na primeira etapa, o mesmo aconteceu com os nigerianos, que voltaram para a etapa final com mais vontade. Foi só aos 41 minutos que Marcos Rojo fez o gol da vitória que garantiu a classificação argentina. Não que Messi não tenha tentado: teve bola na trave, carrinho, cartão amarelo e um clima de drama que parecia ser o adeus dos sul-americanos. Mas não foi dessa vez. Os nigerianos também tentaram até o final, sem sucesso.
    Com o resultado, a Argentina vai às oitavas com uma vitória, um empate e uma derrota. Enfrenta no sábado (30), às 11h, em Kazan, a França. Já a Croácia, com 100% de aproveitamento, pega a Dinamarca, domingo (1º), às 15h, em Nijny Novgorod. Nigéria, com três pontos, e Islândia, com um, se despedem.
    O jogo
    Na primeira finalização, aos sete minutos, Messi abriu espaço, Banega armou e serviu Tagliafico, que chutou para fora. E assim saiu o gol. Aos 14, com assistência de Banega, domínio de Messi e gol com o pé direito. Finalmente o camisa 10 havia desencantado.
    A vantagem colocou fogo na torcida argentina presente em São Petersburgo. Banega ainda serviu Di Maria, parado com falta, e Messi acertou a trave em primeiro tempo. A Nigéria estava em choque pós-gol e praticamente não ameaçou o gol argentino Armani.
    Mas toda a superioridade argentina do primeiro tempo virou drama logo que o jogo recomeçou. O time que foi para o vestiário classificado viu as chances irem pelo ralo quando Mascherano, que não vinha bem, agarrou Balogun na área. Foi marcado pênalti para a Nigéria, que foi convertido por Moses. E isso mudava tudo: a Nigéria era quem avançava. Aí, quase ao mesmo tempo, chega a informação de que a Croácia havia marcado em Rostov.
    E nesse momento a Argentina começou a se perder, a Nigéria a crescer, e Sampaoli colocou Pavon, Meza e Agüero em campo. Simplesmente cinco atacantes. Mas, no contra-ataque, os nigerianos seguiam levando perigo. Em Rostov, a Islândia empatou.
    Aos 35, depois de um cruzamento da esquerda, Higuaín surgiu na área, mas perdeu. Mas, aos 41 minutos, o salvador apareceu. Rojo surgiu na área para emendando cruzamento de direita de Mercado. Era o tão sonhado milagre, embora os últimos minutos tenham parecido o mais longo dos tangos, com Moses tentando até o último minuto um novo empate e com Messi levando um cartão amarelo. Mas o placar final, 2 a 1, deu a vaga aos argentinos. Enquanto isso, em Rostov, a partida também terminou, e com os mesmos 2 a 1.
    Escalações
    O técnico da Nigéria, Gernot Rohr, escalou Uzoho, Balogun, Troost-Ekong, Omeruo (Iwobi), Moses, Ndidi, Obi Mikel, Etebo, Idowu, Iheanacho (Ighalo) e Musa (Simy).
    O contestado técnico da Argentina, Jorge Sampaoli, colocou em campo Armani, Mercado, Otamendi, Rojo, Tagliafico (Agüero), Mascherano, Banega, Enzo Pérez (Pavón), Di Maria (Meza), Messi e Higuaín. (O SUL)
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