• Bolsonaro confirma o astronauta Marcos Pontes como ministro da Ciência e Tecnologia

    Foto: Divulgação
    O presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou nesta quarta-feira (31), pelo Twitter, que o astronauta Marcos Pontes será o ministro da Ciência e Tecnologia no seu governo. “Comunico que o Tenente-Coronel e Astronauta Marcos Pontes, engenheiro formado no ITA, será indicado para o Ministério da Ciência e Tecnologia. É o quarto ministro confirmado!”, escreveu.
    Além de Pontes, Bolsonaro já havia anunciado o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS) para a Casa Civil; Paulo Guedes, para o futuro Ministério da Economia; e o general Augusto Heleno, para o Ministério da Defesa.
    Na terça-feira (30), Pontes já havia se manifestado sobre o convite de Bolsonaro. Em um vídeo publicado no Facebook, ele disse que está “muito feliz” pela “oportunidade de participar deste novo governo em uma área que tem sido a minha vida por 41 anos”.
    Pontes ficou conhecido no Brasil e no mundo como o primeiro e único astronauta brasileiro. Durante 40 anos de carreira, ele foi aviador, piloto de caça e seguiu carreira militar, chegando ao posto de tenente-coronel. Às 23h30min do dia 29 de março de 2006 (no horário de Brasília), Pontes entrou para a história como o primeiro brasileiro a voar para o espaço.
    Acompanhado do russo Pavel Vinogradov e do norte-americano Jeffrey Williams, o astronauta brasileiro decolou da base de Baikonur, no Cazaquistão, a bordo da nave russa Soyuz-TMA 8, com destino à ISS (Estação Espacial Internacional, na sigla em inglês).
    Atualmente, ele é embaixador da Boa Vontade na ONU (Organização das Nações Unidas), dá palestras e trabalha na Nasa (a agência espacial norte-americana).
    Segurança
    A PF (Polícia Federal) decidiu aumentar de 35 para 55 o número de policiais encarregados da segurança pessoal do presidente eleito Jair Bolsonaro. Trata-se do mais alto nível de segurança para uma autoridade, conforme os protocolos da instituição. A PF também passou a fazer a segurança da residência e dos endereços oficiais de trabalho de Bolsonaro. As medidas de proteção se estendem à família do político do PSL.
    Esse reforço da segurança para o presidente eleito estava previsto em regras definidas antes do início da campanha. Segundo um delegado, não houve aumento de risco à segurança de Bolsonaro. A nova estrutura seria compatível com a rede de proteção de um chefe de Estado. O sistema seria montado para qualquer outro candidato que tivesse vencido as eleições desse domingo. A coordenação da segurança caberá ao delegado Alexandre Ramage.
    O delegado Daniel França, que chefiou a equipe de segurança na primeira fase da campanha, retornou à linha de frente do grupo. França terá como papel fazer a interface entre a Polícia Federal e o presidente eleito. O delegado é considerado policial de confiança de Bolsonaro. A PF se mantém como responsável pela segurança do presidente eleito até 1º de janeiro. A partir da posse, a tarefa ficará a cargo do Gabinete de Segurança Institucional. (O SUL)
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