• Primeiros nomes do secretariado de Eduardo Leite já estão sendo cogitados

    Foto: Angélica Silveira 
    Ninguém próximo do ex-prefeito de Pelotas, Eduardo Leite (PSDB), eleito neste domingo governador do Rio Grande do Sul, admite falar ainda na montagem de seu secretariado. Mas, apesar da resistência de lideranças ligadas à campanha em antecipar possíveis indicações, nomes como o do atual secretário de Planejamento e Gestão de Pelotas, Paulo Morales (PSDB), e do jornalista Luiz Antônio Caminha, que estiveram ao lado de Leite na prefeitura, são dados como certos na futura administração. O coordenador-geral da campanha e ex-prefeito de Viamão, Valdir Bonatto (PSDB), e o ex-chefe de gabinete de Leite quando prefeito, Nadison Hax, também integram o time dos principais cotados para o primeiro escalão.
    Os deputados estaduais eleitos Luiz Henrique Viana (PSDB), ex-presidente da Câmara de Vereadores da terra natal do governador eleito, e o médico Pedro Pereira (PSDB), que acumula a experiência adquirida em três mandatos na Assembleia, também estão entre os nomes mais citados para estarem ao lado do tucano.
    A atual administração municipal de Pelotas, comandada pela prefeita Paula Mascarenhas (PSDB), sucessora eleita com o apoio de Leite, também deverá ceder assessores ao novo ocupante do Palácio Piratini. O secretário de Administração, Abel Dourado (PP), e o secretário de Desenvolvimento e Turismo, Fernando Estima, engordam a lista de pelotenses prestes a fazer as malas rumo à Capital.
    Outro nome cogitado pelos tucanos para integrar a cúpula do governo é o do deputado federal eleito Lucas Redecker (PSDB). Segundo analistas, ele ocuparia a Casa Civil porque é visto como alguém que tem alta capacidade de diálogo com a Assembleia, onde cumpriu dois mandatos e exerceu liderança da bancada tucana, mantendo boa relação até mesmo com bancadas oposicionistas.
    Entre os aliados, figuram nomes como os do prefeito de Bento Gonçalves, Guilherme Pasin (PP), do ex-presidente da Famurs, Salmo Dias de Oliveira (PP), da deputada estadual reeleita Any Ortiz (PPS) e dos petebistas Luiz Augusto Lara, Ronaldo Santini e Kelly Moraes, que abririam vagas para aliados no Parlamento, ampliando o espectro de poder dos partidos no Estado.
    Por outro lado, nomes como o do ex-secretário de Transportes na administração de José Ivo Sartori (MDB), Pedro Westphalen (PP), estariam afastados por conta do posicionamento assumido durante a campanha. (Correio do Povo)
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